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A nova Xbox é mais pequena mas mais potente

Junho 12, 2017

Zé Gato

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A Microsoft apresentou por estes dias a sua nova Xbox, que é capaz de reproduzir jogos em 4K nativo e é compatível com todo o leque de acessórios e jogos da Xbox One.

 

Esta não será de certeza uma consola apenas para quem tem um monitor 4K. Esta nova consola utiliza uma tecnologia chamada "super sampling" que se encarrega de adaptar a imagem de um título às capacidades de um ecrã 1080p. Facto é que qualquer jogo será sempre mais impressionante numa resolução superior, mas com esta medida a Microsoft quer alargar a sua base de potenciais compradores.

 

Para corresponder a todas as exigências gráficas desta nova e iminente geração de jogos, a Xbox One X integra 6 teraflops de poder gráfico, 1TB de armazenamento interno, um mecanismo de arrefecimento líquido e um leitor UHD 4K Blu-Ray e um GPU personalizado que roda a 1.172MHz.

 

O primeiro título a chegar para esta nova Xbox One X é o Forza Motorsport 7. 

 

Se está interessado em comprar este novo sistema vai ter de esperar pelo próximo dia 7 de novembro, data em que a consola se estreará no mercado. O preço de venda ao público nos Estados Unidos rondará os 499 dólares.

Qual o melhor laptop do mundo: Surface Book ou MacBook Pro?

Outubro 30, 2016

Zé Gato

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Lucas Carvalho do Olhar Digital tentou descobrir qual o melhor e mais potente laptop do mundo: o Surface Book ou o MacBook Pro. A disputa é renhida e discutível, mas tentaremos chegar a uma conclusão. Ambos os dispositivos são recentes, tendo sido lançados por estes dias. A Microsoft apresentou dois novos computadores da linha Surface, enquanto a Apple mostrou sua nova geração do MacBook Pro.

 

Ambas as máquinas estão voltadas para os usuários que procuram o máximo de desempenho em um computador portátil, tendo por isso características de topo e preços bastante elevados. Mas qual será o melhor?

Design

Cada ano que passa os laptops ficam mais finos e leves, servindo principalmente como chamariz para a campanha de marketing das respectivas marcas. Com os novos MacBook Pro e Surface Book não é diferente. 

 

O laptop da Microsoft tem uma tela de 13 polegadas e, fechado, tem 2,2 centímetros de espessura. Já o MacBook Pro 2016 tem dois tamanhos diferentes, mas, para este comparativo, vamos usar como referência o modelo com as mesmas 13 polegadas que o rival, incluindo a TouchBar. Nessa versão, o MacBook tem 1,49 centímetros de espessura. Em termos de peso, o Surface também é mais pesado que o MacBook, com cerca de 1,6 kilos, enquanto o MacBook pesa cerca de 1,37 kilos.

 

Há um motivo para o Surface Book ser maior e mais pesado que o rival, mas falaremos disso mais adiante. Por enquanto, em termos de design, sem levar em conta qualquer condição, o vencedor é o MacBook.

 

Tela

A vantagem da Microsoft neste departamento é nítida. A tela do Surface Book usa uma tecnologia de realce de cores e resolução chamada PixelSense, que garante uma densidade de 267 pixels por polegada. Já o MacBook Pro tem uma tela de 227 pixels por polegada.

 

Para além disso, a tela do Surface Book é destacável, podendo ser usada como um tablet. A base também permite que o usuário gire o monitor para trás ou o flexione ao contrário para usar como um caderno. Há, portanto, suporte a comandos por toque e a caneta Surface Pen para desenho e escrita, entre outras aplicações. Há detalhes que podem fazer a tela do MacBook Pro ser visualmente melhor, como a retroiluminação em LED com tecnologia IPS, ampla tonalidade de cores e 500 nits de brilho, mas esse aspecto só pode ser avaliado se tivermos os dois computadores em mãos. Por outro lado, a tela do MacBook não tem touchscreen, suporte a uma centa stylus e não é destacável.

 

Estes detalhes adicionais tornam o PC da Microsoft um pouco mais pesado e espesso que o concorrente, mas, por conta de toda a sua versatilidade, a melhor tela é a do Surface Book.

 

Hardware

É sempre complicado comparar o hardware de computadores que usam sistemas operacionais diferentes. Uma comparação de cada componente pode causar a injusta impressão de que um é mais rápido ou potente que o outro, sendo que nem sempre detalhes como mais memória RAM fazem toda a diferença.

 

Mas vamos, portanto, comparar as especificações em números. No momento da compra, tanto a Microsoft quanto a Apple permitem que o usuário escolha uma entre as diferentes opções de processador disponíveis. É claro que isso tem impacto no preço dos computadores. Para manter este comparativo o mais justo possível, vamos usar as configurações mais caras de ambos:

No caso do MacBook Pro, o modelo de mais alto desempenho (com tela de 13 polegadas) usa um processador Intel Core i7 dual core de 3,3 GHz (Turbo Boost de até 3,6 GHz). Já o Surface Book, em seu modelo mais caro, também usa um Intel Core i7 de sexta geração, embora a fabricante não tenha revelado números exatos de frequência do clock ou de núcleos.

Se você quiser usar um desses PCs para jogar, porém, é preciso dar uma olhada na placa de vídeo. O MacBook Pro vem com um Intel Iris Graphics 550 com 64MB de memória eDRAM no modelo de 13 polegadas, enquanto o Surface Book usa uma Nvidia GeForce GTX 965M de 2GB de memória GDDR5. Ambos são capazes de rodar games modernos, mas a placa usada pela Microsoft é um pouco mais potente.

Em termos de memória, os dois notebooks vêm com até 16GB de memória RAM e até 1TB de armazenamento em SSD. O desempate fica por conta da bateria: a Apple diz que seu MacBook Pro dura até 10 horas, enquanto o Surface Book, segundo a Microsoft, promete 16 horas de autonomia. 16 horas??? Não, sei...

 

Se considerarmos apenas os números absolutos, o laptop da Microsoft tem uma placa gráfica superior e uma bateria também mais duradoura (supostamente), mesmo usando o mesmo processador de alto desempenho da Intel. Nesses termos, portanto, a vitória é novamente do Surface Book.

 

Software

Um hardware teoricamente melhor, porém, não significa que uma máquina é mais rápida que a outra. O Surface Book até pode ganhar (por muito pouco) do MacBook Pro em números absolutos, mas a comparação entre Windows e macOS, os sistemas operacionais de cada PC, está longe de ser resolvida.

 

Esta avaliação depende muito de uma análise direta de como cada um desses computadores roda seu sistema e também do gosto particular do usuário. Há quem não troque um Windows por nada nesse mundo. O mesmo se aplica para quem usa produtos da Apple.

 

O facto é que a versão mais recente do Windows ainda enfrenta problemas de instabilidade. São inúmeros os relatos de usuários do Windows 10 que sofreram nos primeiros meses após o update do sistema, e muitos são os que ainda não se acostumaram às mudanças na navegação e no gerenciamento de alguns atributos.

Por outro lado, é difícil encontra algum usuário de Mac ou MacBook incomodado com seu sistema operacional. Por ser um sistema fechado e administrado totalmente pela Apple, sem o dedo de fabricantes licenciadas atrapalhando o código do software, é natural que o macOS seja mais estável e confiável do que o Windows.

 

Assim como avaliamos o hardware por seus números absolutos, é justo compararmos o software por seus desempenhos inviduais. Nesse caso, a vitória é do macOS no MacBook Pro.

 

Recursos exclusivos

Nem todas as especificações dos laptops podem ser comparadas, porém há recursos no MacBook que são exclusivos da Apple, do mesmo modo que o Surface Book possui atrativos que apenas a Microsoft usa. No final das contas, o que vale é a quantidade e a utilidade de cada um desses extras.

 

No caso do novo MacBook Pro, a exclusividade é a nova TouchBar. Trata-se de um pequeno painel digital colocado acima do teclado e que substitui as tradicionais teclas de função que já conhecemos há anos (F1, F2, F3, etc.). Parece pouca coisa, mas essa TouchBar promete impactar de verdade a experiência do usuário.

A barra exibe botões digitais que mudam de acordo com o aplicativo que está sendo utilizado. Num programa de edição de textos, por exemplo, os botões digitais da TouchBar exibem opções de formatação, como negrito e itálico. Já em apps de design, como o CorelDraw ou o Photoshop, por exemplo, são inseridas ferramentas de edição e paletas de cores.

O Surface Book não tem uma TouchBar, mas possui uma tela touchscreen que não existe nos PCs da Apple. Além disso, como já comentamos anteriormente, o laptop da Microsoft pode ser convertido em um tablet de alto desempenho, com direito a uma caneta Surface Pen.

Ambos os aparelhos possuem sistemas de segurança por biometria. No caso do MacBook, a nova geração permite que o usuário desbloqueie o sistema com sua impressão digital, o já conhecido sistema TouchID do iPhone. Já o Surface, por sua vez, vem com o Windows Hello, método de login que usa como senha uma imagem do rosto do usuário. Do mesmo modo, cada um tem sua própria assistente virtual acionada por comandos de voz: a Siri no macOS e a Cortana no Windows 10.

Falando em câmeras, o MacBook tem apenas uma, frontal, uma FaceTime HD que grava vídeos em 720p de resolução. Já o Surface Book possui uma câmera frontal capaz de gravar vídeos em até 1080p, além de uma traseira (para ser usada no modo tablet) de 8MP. Em termos de conectividade, há também muitas diferenças.

O MacBook Pro vem com quatro portas Thunderbolt 3 (padrão USB-C) compatíveis com cabos de energia, VGA, HDMI e transferência simples de arquivos por USB, além da entrada para fones de ouvido. Alguns adaptadores podem ser necessários, porém, dependendo dos cabos que você planeja inserir no aparelho.

Por sua vez, o Surface Book tem duas portas USB 3.0, uma entrada para cartão SD (que não existe no rival) e duas portas Surface Connect, que servem tanto para o usuário que quiser carregar a tela como um tablet independente quanto para carregar o laptop todo de uma vez. Tudo isso, é claro, além das tradicionais portas de vídeo e para fones de ouvido.

Para além tudo uma das coisas que desaponta no MacBook Pro da Apple é o facto de estarem limitados a um máximo de 16GB de RAM - que segundo Phil Schiller se deve ao facto de poupar a bateria. Mas que não me convence.

 

No fim das contas, fica nítido que o Surface Book tem muito mais recursos do que o MacBook Pro. A TouchBar do laptop da Apple é realmente inovadora, mas não tanto quanto a solução híbrida da Microsoft que oferece, ao mesmo tempo, um tablet e um notebook de alto desempenho. Sendo assim, nesta questão, mais uma vez, o vencedor é o Surface Book.

 

Conclusão

Antes de decreta um vencedor para a disputa, há um último detalhe a ser levado em conta: o preço. Nos Estados Unidos, mercado doméstico da Apple e da Microsoft, o MacBook Pro de 13 polegadas com as melhores especificações possíveis custa US$ 2.899. Já o Surface Book mais potente custa US$ 3.299.

 

Novamente, é preciso destacar que a experiência de uso entre esses dois produtos pode variar muito de um usuário para outro. Portanto, mesmo que um desses laptops seja teoricamente melhor do que o outro, a experiência que cada usuário vai ter pode contradizer o resultado desse comparativo, o que é absolutamente normal.

Afinal, como já dissemos, nem sempre esses números absolutos divulgados pelas fabricantes se refletem em uma usabilidade mais eficiente na prática. Considerando apenas números e descrições oficiais, porém, fica claro que o MacBook Pro, apesar de ter um sistema operacional melhor, perde para o rival Surface Book.

 

O laptop da Microsoft é, além de potente, muito versátil e inovador em diversos sentidos. O MacBook Pro, por sua vez, é um excelente PC de altíssimo desempenho, mas sem a versatilidade do rival, o que limita suas capacidades e possíveis utilidades no dia a dia. A Microsoft ainda precisa melhorar muito o Windows 10 (e está no caminho certo), mas é preciso admitir que o Surface Book é um laptop muito mais completo do que o MacBook.

 

via: Olhar Digital

Segredos e curiosidades da Play Station

Setembro 28, 2015

Zé Gato

A Playstation chegou a Portugal, faz 20 anos. Somos praticamente amigos de infância. O mundo das consolas e dos jogos tem muitos segredos e curiosidades por contar, sendo a melhor, e mais vendida consola de sempre a vencedora no campo das curiosidades. 

 

A PlayStation 2 foi inspirada num PC que nunca foi lançado

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Sabiam que a consola mais vendida na história dos videojogos inspirou-se num PC da Atari? Com o fim da Atari Corporation, a Sony comprou o design e construiu uma das consolas mais memoráveis e importantes da indústria. A consola mais vendida de sempre foi baseada no protótipo falhado de um computador que nunca chegou ao mercado. O design, que podem ver em cima, é muito parecido com a versão final da PlayStation 2.

 

A PlayStation que nunca chegou à Europa

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Tendo em conta o sucesso da PlayStation a nível mundial, seria impensável lançar um novo modelo da consola em exclusivo no Japão. Mas aconteceu. A Sony criou uma PlayStation exclusiva para o mercado japonês: A PSX, lançada em 2003; a consola consegue ler jogos da PlayStation e PlayStation 2, mas tem como função principal a gravação de conteúdos digitais. A PSX vinha com um comando especializado e um disco HDD, e podia ser ligada a televisões VHF e CATV onde podiam gravar programas ou filmes.

 

A plataforma foi também a primeira a usar o interface da Sony, o XrossMedia Bar (XMB), que acabou por ser utilizado na PSP e PS3. A PSX influenciou as consolas da Sony, mas acabou por ficar um bocado esquecida na história da empresa por causa da sua ausência no ocidente.

 

A PlayStation teve uma mascote oficial

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Nos anos 90, era impossível conceber uma nova consola sem pensar primeiro numa mascote para acompanhar o seu lançamento. Depois do sucesso de Super Mario e Sonic The Hedgehog, várias companhias tentaram captar a mesma magia das mascotes da Nintendo e SEGA, mas nenhuma conseguiu. Entre elas, está a Sony e o seu Polygon Man.

 

A Microsoft quis ajudar a Sony a produzir a PS2

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Antes da Microsoft decidir entrar no mercado das consolas, o antigo presidente e fundador da empresa, Bill Gates, decidiu abordar os executivos da Sony. A sua intenção era convencer a companhia japonesa a usar as suas ferramentas de programação na PlayStation 2. A Sony recusou a ajuda da Microsoft e Bill Gates não reagiu nada bem. Com anúncio da PlayStation 2, Gates ficou preocupado com a possibilidade das consolas destronarem os computadores na produção de videojogos e decidiu parar a sua nova rival com a construção da sua própria plataforma - e assim nasceu a Xbox.

 

O resto, são horas e horas de jogo...

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