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GADGET MAN

Tecnologia para pessoas...

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Google Maps vai mostrar lugares para estacionar

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O Google quer que nós passemos a usar o seu aplicativo Maps para planear cada segundo de uma viagem, seja um passeio pela cidade ou um pulo a casa de um amigo. A última actualização - em versão beta - traz mais um recurso que aponta nessa direção: o Google Maps vai começar a mostrar aos usuários se o endereço procurado possui vagas para estacionar por perto ou não. Ou seja, após pesquisar por uma determinada rota, um ícone na parte inferior da tela vai indicar se é fácil estacionar na zona ou não. 

 

Por enquanto o recurso está em fase de testes com apenas um pequeno grupo de usuários. A indicação também não é extremamente precisa. O ícone de estacionamento (uma letra "P") indica apenas três opções: limitado (quando há poucas vagas), mediano ou fácil (quando há muitas vagas).

 

Além disso, o recurso parece funcionar, até agora, apenas quando o usuário define rotas para locais de grande movimento, como shoppings ou aeroportos. Não se sabe ainda quando a novidade será liberada a todos ou quem vai alimentar o app com esses dados, se é o Google ou se serão os usuários. Se funcionar, vai ser uma excelente ferramenta de trânsito.

 

Via Android Police

Pixal - smartphone by Google

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Já aqui escrevi sobre ele, mas agora vou aprofundar a máquina. O Pixel é o primeiro smartphone do mercado a contar com a ajuda da nova assistente pessoal da Google e com suporte para os Daydream. E ao contrário da lógica de marcado neste segmento, o destaque não vai para o hardware, mas sim para o software.

 

Como é o novo smartphone da Google? Este é o primeiro smartphone a ter integração total da Google Assistant, uma tecnologia de apoio à navegação e com recurso a tecnologia de machine learning. Neste dispositivo terá à distância de um comando de voz, a reprodução de uma música, o envio de uma mensagem, uma pesquisa na internet, o agendamento de um compromisso e a resposta para milhares de perguntas às quais o Google consegue responder. Brutal, não é!!??

 

Para além disso,com o Pixel não terá os problemas de armazenamento que existe nos smartphones dito normais. É que neste smartphone fica tudo armazenado e disponibilizado em Cloud (Drive, Fotos), a Google tornou assim o armazenamento online num método de poupança de espaço.

 

O hardware como já salientei, não é nada de transcendente: ecrãs AMOLED de 5" (Full HD) e 5.5" (QHD) - terá duas versões, CPUs Snapdragon 821, 4GB de RAM, 32GB ou 128GB de capacidade, câmara de 12.3MP f/2.0, USB Type-C, Bluetooth 4.2, baterias de 2770mAh e 3450mAh, ficha para headphone, e sensor de impressões digitais na traseira (que pode ser usado como trackpad). Tem ainda o modo de carregamento rápido: 15 minutos de carga chegam para se obter 7 horas de autonomia. 

 

O Google Pixel está disponível nas cores preto, prata e azul, e começa a ser vendido por  649 dólares (versão de 32 GB) e 749 dólares (versão de 128 GB) nos Estados Unidos. Será lançado também para já na Alemanha, Reino Unido, Canadá e Austrália. Ainda sem preço defenido na Europa. Mas com estes preços, será que pega???

 

via: pixel

Google Home torna a casa inteligente, ou será mais um não lançamento?

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A Google lançou, ontem (terça-feira, dia 4), o assistente pessoal Google Home, num evento realizado nos Estados Unidos. Integrado ao Google Assistant, o dispositivo será accionado por voz em qualquer lugar da casa, o que permite ao usuário ouvir música, saber a previsão do tempo, acompanhar o trânsito, acender ou desligar a luz. Mas isto são apenas promessas, é que parece que o dispositivo ainda não está apto a demonstrar ao vivo tudo aquilo que a Google diz que será capaz de fazer. Desejo sinceramente que não aconteça com o Google Home o mesmo que aconteceu ao Android Home em 2011, que nunca passou de projecto... 

 

 

Mas nem tudo foi "lançamentos futuros", na apresentação da família Made by Google que engloba vários dispositivos. Um deles é o Google WiFi, que têm por missão acabar com os problemas de cobertura WiFi.

 

Na família Chromecast também apareceram novidades. O novo Chromecast Ultra, passa a suportar resoluções Ultra HD 4K e HDR e ligação Ethernet.

 

E por fim, os primeiros óculos do programa VR da Google, os Daydream VR View, que têm um preço defenido de 69 dólares, bastante acessível. Mas é claro, que para tirar partido das suas capacidades será necessário ter um smartphone compatível Daydream, como os novos smartphones da Google, os Pixel. Esse sim, um lançamento de peso, que poderá ditar as regras no mercado dos smartphones, ou falhar redondamente e estarem em promoção já no próximo Natal.

 

Substituto a linha Nexus, é em conjunto com o Google Pixel XL, o primeiro smartphone com Google Assistant de fábrica. Com um hardware sem surpresas: ecrãs AMOLED de 5" (Full HD) e 5.5" (QHD), CPUs Snapdragon 821, 4GB de RAM, 32GB ou 128GB de capacidade, câmara de 12.3MP f/2.0, USB Type-C, Bluetooth 4.2, baterias de 2770mAh e 3450mAh, ficha para headphone, e sensor de impressões digitais na traseira (que pode ser usado como trackpad).

 

O Google Pixel está disponível nas cores preto, prata e azul, e começa a ser vendido por  649 dólares (versão de 32 GB) e 749 dólares (versão de 128 GB) nos Estados Unidos. Mas com estes preços, será que pega???

EasyJet apresenta ténis que indicam caminho a turistas

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Gosta de caminhadas em cidades desconhecidas, mas detesta andar sempre de mapa na mão? A EasyJet tem a solução: calce os Sneakair (da companhia aerea EasyJet) emparelhe-os com o telemóvel e esqueça os mapas.

 

Mas, como é que os Sneakair funcionam? Obviamente, o segredo não está nos ténis em si; está numa placa Arduino coberta por uma capa de 3 cm impressa em 3D e colocada na sola, que comunica por Bluetooth com o smartphone. A partir daqui, basta aceder à app desenvolvida pela EasyJet para aceder a um GPS baseado no Google Maps e navegar até ao destino final escolhido pelo utilizador.

 

Ou seja, na prática, isto significa que o ténis do pé direito vai vibrar uma vez quando for necessário virar à direita e o do pé esquerdo vai vibrar igualmente uma vez quando for altura de virar à esquerda. Os dois pés a vibrar ao mesmo tempo duas vezes indicam que deixámos passar a saída correta e estamos no caminho errado, sendo que três vibrações significam que chegámos ao destino.

 

Mas o futuro pode ser diferente. É que a EasyJet já está a olhar para o futuro desta tecnologia e a ideia passa por criar apenas um pequeno chip que poderá ser aplicado na palmilha de qualquer tipo de calçado, junto à planta do pé. E esse chip deverá ser alimentado por energia cinética, em vez de obrigar o utilizador a tirar a placa da sola e carregá-la por cabo como acontece agora (e o que só é suficiente para garantir uma autonomia de 3 horas).

 

via:CNtraveler

 

 

Realidade Virtual low cost

O enorme sucesso do projecto de VR Oculus Rift na plataforma de crowdfunding Kickstarter - á venda apartir de 2016 - acendeu a chama por aplicações de realidade virtual (RV). Esse sucesso deu início a uma verdadeira corrida de produtos de realidade virtual (RV). Empresas como Samsung e a Sony já mostraram propostas. Mas há duas com projectos low cost: a Google e a Microsoft.

 

Google Cardboard

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A estratégia da Google é fomentar aplicações de RV no ambiente Android, uma vez que os smartphones com esse sistema podem ser usados, com a ajuda deste acessório, como um óculos de realidade aumentada.  Este projeto da chama-se Google Cardboard.

 

 

Microsoft RV

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A Microsoft está a prepar um dispositivo de realidade virtual de baixo custo feito de cartão, assim como o Cardboard, do Google. Num hackathon a ser realizado na Rússia no próximo dia 17 de outubro, a empresa de Bill Gates irá distribuir materiais para criação de óculos de realidade virtual que funcionam com um smartphone que ccorre o Windows Mobile acoplado, assim como a solução do Google usa aparelhos Android.

 

A simplicidade destas soluções coloca a pergunta: vale a pena experimentar RV nestas soluções tão simplistas? Claro, que sim! Não espere ter a mesma experiência que terá com dispositivos mais sofisticados. Porém, estas soluções low cost são suficientes para se ter uma ideia de todo o potencial de soluções de RV.