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GADGET MAN

Tecnologia para pessoas...

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App que transforma o smartphone num walkie-talkie

02.01.16 | Zé Gato

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As sms tornam-se muitas vezes impessoais e frias, podendo ser mal interpretadas. Mas podem ser substituídas por mensagens de voz, e há uma nova app preparada para isso.

 

A Roger apresenta-se como um walkie-talkie moderno, simples de utilizar para os amigos que já fazem parte da lista de contactos, e com comunicações gratuitas.

À semelhança do que é possivel fazer noutras aplicações que já suportam voz, a Roger facilita a comunicação, e foi desenhada especificamente para mensagens de voz.

 

É possivel ver o estado da pessoa a quem quer ligar e verificar se está disponível. Depois é só clicar e ligar. E as comunicações ficam gravadas durante 48 horas. A app está disponível para download gratuito na App Store.

O mundo de Star Wars é possível???

02.01.16 | Zé Gato

A imaginação de George Lucas parece ilimitada quando vemos Guerra das Estrelas, mas há ideias que são negadas pela ciência. Será possivel a existência de um planeta como Tatooine? Sim, é possível. Já a construção de um sabre de luz, á luz da ciência é impossível.

 

Quando o jovem Luke Skywalker olha para o horizonte ao anoitecer, no planeta Tatooine, anseia por um futuro de aventuras, longe do seu planeta, enquanto observa o pôr de dois sóis. 

 

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Tatooine é um planeta rochoso e desértico, que gira em torno de duas estrelas. Em 1977, os sistemas binários já eram conhecidos. Mas ainda não tinha sido descoberto nenhum planeta fora do nosso sistema solar. George Lucas une estes dois conceitos – um sistema binário e um sistema planetário – projectando uma realidade possível, mas novíssima: dois pores de sóis. E ajuda a definir o tom do filme: tudo é novo e futurista. Haverá, por isso, sabres de luz, naves a viajar entre estrelas, uma arma destruidora de planetas, seres mirabolantes, “a Força”, os Jedi, Darth Vader. Nem tudo pode ser explicado pela ciência e tecnologia de hoje. Mas Tatooine pode existir algures no universo.

 

O desejo de Luke Skywalker de sair do seu planeta à procura de aventura, é concedido e ele partirá de Tatooine em direcção a uma saga familiar e a Darth Vader. A última vez que vimos Luke Skywalker antes de O Despertar da Força – o sétimo episódio da saga, que estreou a 17 de dezembro do ano passado – foi na lua de Endor, em O Regresso de Jedi (1983), o terceiro capítulo da saga. Coberta por uma floresta de árvores altíssimas, esta lua é o lar dos Ewoks – seres que se parecem com ursos de peluche de um metro de altura.

 

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Os Ewoks vivem em cabanas no cimo das árvores e, apesar de serem caçadores-recolectores, não são nómadas. Existem paralelismos com culturas que ainda hoje persistem na Terra. Há sociedades em que uma das actividades culturais é construir uma cabana na árvore mais alta da floresta. Sendo o melhor exemplo, os Korowai, uma tribo que vive na Nova Guiné.

 

Han Solo e a Princesa Leia conseguem obter ajuda dos Ewoks, o que é fundamental para destruir a Estrela da Morte e derrotar o Império liderado pelo Imperador Palpatine com a mão-de-ferro de Darth Vader.

 

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A Estrela da Morte é uma estrutura esférica com cerca de 120 quilómetros de diâmetro, que se parece com uma mini-lua (a nossa Lua tem 3474 quilómetros de diâmetro) e é capaz de disparar um laser que destrói planetas. Poder-se-ia questionar se há matéria-prima, tecnologia, dinheiro e trabalhadores suficientes para construir uma máquina daquelas? 

 

Por ter uma massa grande para uma arma, “seria muito difícil fazê-lo mover-se” para fora da órbita de um planeta ou uma lua. Teria assim de estar em órbita de um astro. Mas caso a arma destruísse o planeta, seria como cortar um cordel usado para fazer girar um objecto. “A Estrela da Morte sairia disparada”. Algo que não aconteceu quando a arma destruiu o planeta-lar da Princesa Leia.

 

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A Força permite aos Jedi lutarem com os sabres de luz, que têm a icónica luz fluorescente capaz de cortar tudo. Mas para já, a tecnologia ainda não reproduz esta arma. A luz viaja sem se deter até encontrar um obstáculo, e no caso dos sabres de luz ela parece magicamente ficar suspensa. Outra limitação é que um raio de luz não ‘choca’ contra outro raio de luz. Os fotões não interagem uns com os outros. Já foi possível criar estados quânticos em que os fotões se comportam como se fossem partículas com massa e conseguem interagir. Mas, por enquanto, estamos muito longe de de construir um sabre de luz.

 

A ciência serve a ficção científica. Mas enquanto a ciência vai até um certo sítio e tem limites, a ficção científica significa derrubar esses limites. Por isso adoramos Star Wars...

 

via: Público; Nicolau Ferreira