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GADGET MAN

Tecnologia para pessoas...

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Citroën Mehari renasce eléctrico e pode ser conduzido aos 16 anos

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O Mehari foi produzido entre 1968 e 1987 e pode ser visto como um ícone da liberdade dos anos 60 e 70 do século passado. Realizado com base na mecânica e chassis dos 2 CV/Dyane, contava com uma carroçaria em fibra de vidro.

 

Com base na experiência de muitos restauros, a MCC desenvolveu um Mehari cem por cento eléctrico, que já passou pelo processo de homologação em França e está pronto para chegar ao mercado europeu. Chama-se EDEN e pode ser vendido na versão de quatro lugares ou comercial com dois lugares. Capaz de chegar aos 80 km/h, os construtores reivindicam uma autonomia entre 80 e 130 km, anunciando um tempo de carga de 3h 30m. 

Foi considerado um "quadriciclo" e utiliza um motor eléctrico de 15 kWh (máximo) e está autorizado a ser utilizado por condutores a partir dos 16 anos. O problema como de costume é o preço que neste caso ronda os 24 mil euros - em França -  o que vai dar que pensar, porque não está longe do novo e-Mehari, que começou a ser comercializado este ano pela Citroën.

Estaram que as marcas de luxo a virar vegetarianas?

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O mundo está a mudar e as preocupações do ser humano para com a natureza e os animais seguem igual tendência. No sector automóvel as coisas não são diferentes e já chegaram à alteração de alguns detalhes que há uns anos eram inquestionáveis num carro de luxo.

 

A verdade é que, os estofos de um automóvel em pele são ainda o exemplo mais comum de requinte interior e de luxo do agrado de muitos. Porém, estes podem vir a ter os dias contados, senão já, num futuro que pode não estar muito distante.

Marcas como a Tesla, Bentley e, mais recentemente, a Jaguar Land Rover têm vindo a procurar alternativas para revestir os interiores dos seus modelos, que constituam propostas igualmente premium, mas que não sejam de origem animal.

 

O futuro será sem pele animal. A Tesla é a mais radical, sendo a única marca que decidiu banir os estofos em pele em favor de estofos vegan – hoje os únicos disponíveis pela marca – feitos de materiais sintéticos. Já a Bentley chega a comercializar carros que contêm pele de até 20 espécies de animais. Se para uns isto pode ser o expoente máximo do requinte, para outros, será um produto que provavelmente nunca irão adquirir;

 

as marcas de luxo apostam em energias sustentáveis, os seus clientes procuram que o conjunto siga o mesmo caminho e não opte por soluções de materiais que não estejam conformes a essa sustentabilidade;

Ryno Bike - Mota apenas com uma roda

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Cansado dos meios de transporte convencionais? Já existe um meio de transporte para ti: a RYNO, é um monociclo elétrico desenvolvido pela norte-americana Ryno Motors. O veículo funciona à base de baterias elétricas recarregáveis e oferece uma velocidade máxima de 16 km/h, levando um adulto de até 113 kg.

 

O destaque do modelo, contudo, fica por conta de seu exclusivo sistema de direção, que “interpreta” os movimentos do condutor, acelerando ou travando de acordo com a inclinação do seu corpo. O RYNO conta ainda com um modo específico para pilotos iniciantes (o “Novice”, que limita a velocidade do motor a 13 km/h).

 

 

O RYNO tem um preço que ronda os 5300 dólares e está disponível apenas em concessionários espalhadas em todo o território dos Estados Unidos. 

Câmera 360° com fotos em 7K, função VR e streaming de vídeos

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A VRDL360 é uma câmera compacta, que impressiona pelas suas funções complexas. O aparelho da VR Dongli faz fotos em 7K, vídeos em 3K e em 360 graus (o que inclui modo de realidade virtual), além de fazer streaming ao vivo para redes sociais (Facebook, Twitter e YouTube) e compartilhamento instantâneo de fotos.

 

Com abertura de f/2.0 e ISO que vai de 100 a 1600, a câmera tem dois sensores Sony de 16 megapixels cada, que geram fotos em resolução 7K e vídeos em resolução 3K. A VRDL360 ainda faz streaming de vídeos pelo YouTube, Facebook ou Twitter. Apesar disso, o gadget precisa de conexão Wi-Fi para a função.

 

O dispositivo que já bateu a sua meta de financiamento no site Indiegogo, tem entrega prevista para setembro de 2017. A câmera 360 graus está disponível nas cores preto, grafite, rosa e prata. É possível comprar o pacote mais modesto por 109 dólares.

 

Mala para notebook que recarrega sem fios os seus aparelhos

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A LAER é uma mala de transporte para notebooks que pode recarregar as baterias dos seus dispositivos sem a necessidade de fios. Actuando como um potente powerbank, o acessório serve para proteger um notebook durante o transporte, enquanto distribui energia para o laptop e outros aparelhos via portas DC (para notebooks e Macs), USB, USB-C e até mesmo via indução para smartphones que suportam recarga sem fio.

 

Em relação à capacidade energética, a LAER pode oferecer 20.000 mAh, carga suficiente para abastecer seis Galaxy S8. Entretanto, uma bateria de 20.000 mAh pode ser muito pesada para uma boa parte dos usuários, motivo pelo qual o fabricante permite que você substitua esse componente por uma unidade de 5.000 mAh.

 

Os interessados podem adquirir o LAER via Indiegogo por 50 dólares, com uma bateria de 20.000 mAh. A entregas estão previstas para começar em março de 2018.

 

Via Indiegogo

 

Gira-discos smart tem conexão Bluetooth e reproduz o vinil 'levitando'

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AG-LEV é um toca-discos que conta com uma característica inovadora: o aparelho usa ímãs para que o prato que suporta o vinil levite durante a reprodução. O efeito, além de chamar a atenção, permite que vibrações não sejam transmitidas para o disco durante a reprodução, garantindo som de maior qualidade.

 

O processo de levitação da bandeja onde o disco é colocado funciona a partir de magnetismo, quando o toca-discos é ligado. O usuário pode selecionar 33 ou 45 RPM, de acordo com o disco que deseja ouvir, e o aparelho irá girar o vinil na velocidade correta. Um software específico encarrega-se de monitorizar o contato da agulha com a superfície.

 

Quando desligado, o MAG-LEV repousa a bandeja em quatro pés retráteis, impedindo acidentes. Em caso de falta abrupta de energia, o toca-discos pode se desligar corretamente, impedindo acidentes com "discos voadores", a partir do uso de uma pequena bateria com carga suficiente para esse tipo de emergência.

 

O MAG-LEV Audio foi proposto no site de financiamento coletivo Indiegogo e a campanha já atingiu a meta de arrecadação, mesmo assim, interessados ainda podem usar o site para adquirir o toca-discos.O custo do toca-discos é de 1.030 dólares, as entragas começam em outubro. 

 

Via Indiegogo

Projetor portátil para ser usado por crianças

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Cinemood é um projetor pequeno, desenvolvido para uso familiar. O dispositivo foi projectado para distrair crianças com conteúdo de qualidade, fotos, vídeos e até experiências educativas.

 

A ideia é que a ação de assistir a filmes e desenhos não se restrinja mais à passividade do sofá diante da TV e que esse tipo de actividade possa engajar a família toda, atingindo projeção de até 150 polegadas em resolução Full HD. O Cinemood protagoniza uma campanha de financiamento coletivo de sucesso no site Indiegogo.

 

O projetor que corre o sistema Android 4.4, garante o acesso a aplicativos e material como livros e fotos, possibilitando um funcionamento similar ao do Chromecast, mas sem precisar de uma televisão e com direito a projeção nas paredes da sala. 

 

O projetor cabe na palma da mão, pesa só 250 gramas e pode ser personalizado por um conjunto de capas oferecidas pelo fabricante. Há um aplicativo para iOS que controla o aparelho via Wi-Fi. Tem bateria para 3 horas de reprodução de vídeo, 32 GB de espaço para dados, que podem ser expandidos com uma pendrive. Sem interface HDMI, é preciso copiar o conteúdo para o projetor antes de exibi-lo.

 

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A campanha de arrecadação já foi encerrada, mas ainda é possível adquirir o produto via Indiegogo, por 399 dólares e com direito a mais um pacote com desenhos, filmes, audiobooks e conteúdo educacional.

 

Via Indiegogo

O sonho de qualquer dona de casa: robô que passa a ferro

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Ter um robô que faça as tarefas domésticas é o sonho de qualquer dona de casa. E, graças ao trabalho de investigadores da Universidade Carlos III, em Madrid, ele pode estar mais perto de se tornar realidade.

 

O TEO é um robô que conta com uma câmera e, assim, é capaz de encontrar as partes amarrotadas do tecido e, com um ferro normal, deixá-lo liso e bem passado.

 

O único problema, segundo os responsáveis pelo projeto, é que o robô não é flexível e é bastante lento. Quer ver como ele funciona? Veja o vídeo abaixo: 

 

O que é o SIRESP?

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O Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal que está na origem da sigla SIRESP e que foi, entretanto, rebatizado por Rede Nacional de Emergência e Segurança é um sistema que custou 458 milhões de euros e que foi criado para unificar todas as comunicações em casos de incêndio, tempestades ou terramotos. 

 

António Costa, Ministro da Administração Interna de Sócrates, chegou a travar a adjudicação deste sistema, mas acabou por fechar o negócio. Se juntar-mos as despesas de operação e manutenção são 600 milhões de euros até 2021 por um sistema que não funciona e que já causou mortes devido a sua ineficácia.

 

Mas vamos à parte mais técnica da questão. Para que serve?

O sistema está projectado para garantir parte da operacionalidade, mesmo quando as ligações às redes de eletricidade e telecomunicações são cortadas. E é neste ponto que se encontram as principais diferenças face às redes de telemóveis.

 

Por exemplo, os retransmissores das redes móveis não operam sem energia elétrica ou rede de telecomunicações. É para este tipo de cenário que o SIRESP serve: os transmissores do SIRESP podem recorrer a baterias com cerca de seis horas de autonomia e continuam a permitir ligações entre todos os terminais compatíveis que se encontram a uma distância máxima de 30 quilómetros, que varia consoante o relevo. O que significa que os membros das diferentes equipas no terreno continuam a poder comunicar entre eles. O que parece não ter sido o caso de Pedrógrão Grande.

 

Claro que a dependência do SIRESP face às redes móveis é notória mesmo para quem não é engenheiro. O sistema parece ter falhado mais uma vez e há que tirar consequências disso...