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GADGET MAN

Tecnologia para pessoas...

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iPhone 8 sem fios para carregar bateria

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O iPhone 8 deve ser o primeiro smartphone da Apple a ter tecnologia de carregamento sem fios. Os rumores são cada vez mais fortes, o site Slashleaks partilhou  imagens do suposto aparelho com um componente que confirma o carregador sem fios.

 

A bobina de carga do dispositivo, juntamente com outros componentes visíveis na foto, normalmente é destinada para o carregamento indutivo. A parte traseira também mostra algumas informações mais detalhadas sobre o módulo, principalmente que ele terá uma voltagem entre cinco e 12 volts e usará o padrão Qi, que foi promovido como o formato mais provável para a tecnologia sem fio da Apple desde que a empresa se juntou ao Wireless Power Consortium.

App Store já permite dar gorjetas aos programadores das apps

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A App Store é onde podemos aceder a todas as aplicações disponíveis e assim dar novas funcionalidades aos nossos equipamentos.

 

A Apple deu agora mais um passo, ao permitir que se ofereçam gorjetas aos programadores, através de uma simples compra dentro das apps.

 

Esta novidade vinha a ser pedida há já muito tempo pelos programadores. A possibilidade de os premiar com ofertas em dinheiro não existia e por isso estes recorriam muitas vezes a serviços externos à App Store, algo que a Apple não gostava.

 

Nada melhor do que premiar quem achamos que merece...

Siri - assistente do iPhone, ajuda criança a salvar mãe

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Tecnologia não é só diversão e entretenimento, há toda uma questão de segurança por trás dos avanços no mercado. Desta vez, o que apareceu para provar isso foi um caso no Reino Unido, onde um menino de 4 anos foi capaz de ajudar a salvar a mãe pelo iPhone.

 

A criança activou a Siri — a assistente virtual da Apple — para ligar ao serviço de ambulâncias, o número 999 da região. Parte da ligação foi divulgada pela Metropolitan Police, ouça-a no vídeo abaixo:

 

 
 
Não é a primeira vez que a Siri ajuda alguém em uma situação desesperadora. Em junho de 2016, o comando “Hey Siri” ajudou uma mãe a salvar uma criança de 1 ano, que não estava respirando por condições médicas. Tecnologia a favor da vida!
 
Por outro lado, o programa também pode ser usado para "tramar" os pais. Nos Estados Unidos um rapaz de 5 anos telefonou para o 911 (número de emergência equivalente ao nosso 112) para denunciar o pai, que tinha desrespeitado um sinal vermelho. As autoridades de Quincy, Massachusetts, Estados Unidos, divulgaram no Facebook a gravação da chamada telefónica, na qual se ouve Robert Richardson a acusar o pai de não ter respeitado a sinalização na estrada.
 

Apple revela phones com sensor de frequência cardíaca

 

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Segundo rumores da impresa da especialidade a Apple está a trabalar numa linha de phones com diversos sensores biométricos, capazes até de medir os batimentos cardíacos.

 

Pelo menos é o que demostram os documentos publicados pelo USPTO, o escritório de patentes dos Estados Unidos, na última semana. Ao todo foram três pedidos de patentes para uns phones que têm uma forma curiosa de trabalhar: para os sensores funcionarem é preciso que o acessório esteja encostado em uma parte da orelha conhecida como tragus.

 

A patente revela que os fones utilizam o sensor de fotopletismograma, também conhecido como PPG. O sensor é o mesmo usado no Apple Watch para medir a frequência cardíaca através do contato com o pulso.

 

Não é a primeira vez que surgem informações sobre sensores biométricos nos phones da Apple. Desde 2007, data do lançamento do primeiro iPhone, que a empresa está a trabalhar em modelos com esta característica. Porém a tecnologia ainda não chegou aos produtos vendidos comercialmente. Será que é desta!?

 

Via Pocket-Link e Patently Apple 

iPhone 8 com tela flexível?

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Numa época em que a tendência parecia ser as telas Oled para smartphones, a Apple segundo o The Wall Street Journal está interessada na tecnologia de telas da Japan Displays, que usa uma combinação de LCD e plástico para permitir que o display do smartphone seja torcido sem estalar.

 

A disponibilidade dessa tecnologia é no entanto incerta, já que a fabricante japonesa espera fornecer esse tipo de tecnologia apenas em 2018. Mas tudo pode não passar de um rumor como tantos outros sobre o iPhone 8. espero para ver...

Tem um iPhone 7? Mantenha-o longe de si...

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Os smartphones têm associado um nível de radiação que pode ser prejudicial para a saúde. Apesar de não existir propriamente estudos conclusivos sobre a matéria, há algumas recomendações que devem ser levadas a sério pelos utilizadores.

 

O iPhone 7 e iPhone 7 Plus são dos equipamentos mais radioactivos da actualidade e a Apple aconselha a mantê-los longe da cabeça. A Apple recomenda também que os carregamentos do dispositivo sejam realizados a uma distância mínima de 5 mm do corpo do utilizador. A Apple alerta ainda para o uso de capas de metal que podem influenciar no desempenho da emissão e conformidades das normas de RF.

 

Uns explodem, outros ardem, estes emitem radiação perigosa. Onde é que a tecnologia nos vai levar????

 

via: Apple

iPhones enviam secretamente históricos de ligações dos usuários à Apple

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A empresa russa de segurança digital Elcomsoft revelou recentemente uma falha na privacidade da Apple para com os dados dos usuários dos iPhones. Segundo reportagem do The Intercept, a Apple recebe e armazena por quatro meses os históricos de ligações de todos os seus usuários.

 

Informações sobre ligações feitas e recebidas por cada usuário, incluindo para quem ele ligou, quando e quanto tempo conversou, são enviadas automaticamente dos iPhones para os servidores da Apple. Segundo a Apple. 

 

Ao contrário dos outros serviços não é possível impedir que os seus dados de ligações sejam compartilhados com a Apple.

 

Há riscos nesta armazenagem de históricos. Pois, mesmo que os históricos de ligações dos usuários sejam criptografados nos servidores da empresa, o simples facto de que eles ficam armazenados expõem os clientes da empresa a alguns riscos. O mais imediato deles é que suas informações sejam colocadas ao dispor de agentes governamentais.

 

Dá que pensar...

iPhone 8 vai ter carregamento sem fios

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Há rumores de que a Apple prepara grandes novidades para o iPhone 8, entre as quais um ecrã OLED e a capacidade de carregamento sem fios.

 

O iPhone 7 deixou algo a desejar e os fãns da marca esperam que a próxima versão traga alterações significativas. Entre vários rumores e diz que disse, aparencem tendências e ideias para a próxima geração: ecrãs OLED e a possibilidade de carregamento sem fios.

 

Sabe-se que a Foxconn já está a testar a produção destes módulos de carregamento para aferir se consegue fabricar módulos suficientes de forma a ser economicamente rentável. Uma vez que os aparelhos só devem chegar em setembro de 2017, a empresa terá tempo suficiente para afinar o método de fabrico.

 

O desafio para os engenheiros da Apple passa por conseguirem colocar os componentes necessários ao carregamento wireless dentro de um chassis cada vez mais fino de um iPhone. Para já, tudo não passa de um rumo não confirmado pela marca.

 

via: geek.com

Qual o melhor laptop do mundo: Surface Book ou MacBook Pro?

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Lucas Carvalho do Olhar Digital tentou descobrir qual o melhor e mais potente laptop do mundo: o Surface Book ou o MacBook Pro. A disputa é renhida e discutível, mas tentaremos chegar a uma conclusão. Ambos os dispositivos são recentes, tendo sido lançados por estes dias. A Microsoft apresentou dois novos computadores da linha Surface, enquanto a Apple mostrou sua nova geração do MacBook Pro.

 

Ambas as máquinas estão voltadas para os usuários que procuram o máximo de desempenho em um computador portátil, tendo por isso características de topo e preços bastante elevados. Mas qual será o melhor?

Design

Cada ano que passa os laptops ficam mais finos e leves, servindo principalmente como chamariz para a campanha de marketing das respectivas marcas. Com os novos MacBook Pro e Surface Book não é diferente. 

 

O laptop da Microsoft tem uma tela de 13 polegadas e, fechado, tem 2,2 centímetros de espessura. Já o MacBook Pro 2016 tem dois tamanhos diferentes, mas, para este comparativo, vamos usar como referência o modelo com as mesmas 13 polegadas que o rival, incluindo a TouchBar. Nessa versão, o MacBook tem 1,49 centímetros de espessura. Em termos de peso, o Surface também é mais pesado que o MacBook, com cerca de 1,6 kilos, enquanto o MacBook pesa cerca de 1,37 kilos.

 

Há um motivo para o Surface Book ser maior e mais pesado que o rival, mas falaremos disso mais adiante. Por enquanto, em termos de design, sem levar em conta qualquer condição, o vencedor é o MacBook.

 

Tela

A vantagem da Microsoft neste departamento é nítida. A tela do Surface Book usa uma tecnologia de realce de cores e resolução chamada PixelSense, que garante uma densidade de 267 pixels por polegada. Já o MacBook Pro tem uma tela de 227 pixels por polegada.

 

Para além disso, a tela do Surface Book é destacável, podendo ser usada como um tablet. A base também permite que o usuário gire o monitor para trás ou o flexione ao contrário para usar como um caderno. Há, portanto, suporte a comandos por toque e a caneta Surface Pen para desenho e escrita, entre outras aplicações. Há detalhes que podem fazer a tela do MacBook Pro ser visualmente melhor, como a retroiluminação em LED com tecnologia IPS, ampla tonalidade de cores e 500 nits de brilho, mas esse aspecto só pode ser avaliado se tivermos os dois computadores em mãos. Por outro lado, a tela do MacBook não tem touchscreen, suporte a uma centa stylus e não é destacável.

 

Estes detalhes adicionais tornam o PC da Microsoft um pouco mais pesado e espesso que o concorrente, mas, por conta de toda a sua versatilidade, a melhor tela é a do Surface Book.

 

Hardware

É sempre complicado comparar o hardware de computadores que usam sistemas operacionais diferentes. Uma comparação de cada componente pode causar a injusta impressão de que um é mais rápido ou potente que o outro, sendo que nem sempre detalhes como mais memória RAM fazem toda a diferença.

 

Mas vamos, portanto, comparar as especificações em números. No momento da compra, tanto a Microsoft quanto a Apple permitem que o usuário escolha uma entre as diferentes opções de processador disponíveis. É claro que isso tem impacto no preço dos computadores. Para manter este comparativo o mais justo possível, vamos usar as configurações mais caras de ambos:

No caso do MacBook Pro, o modelo de mais alto desempenho (com tela de 13 polegadas) usa um processador Intel Core i7 dual core de 3,3 GHz (Turbo Boost de até 3,6 GHz). Já o Surface Book, em seu modelo mais caro, também usa um Intel Core i7 de sexta geração, embora a fabricante não tenha revelado números exatos de frequência do clock ou de núcleos.

Se você quiser usar um desses PCs para jogar, porém, é preciso dar uma olhada na placa de vídeo. O MacBook Pro vem com um Intel Iris Graphics 550 com 64MB de memória eDRAM no modelo de 13 polegadas, enquanto o Surface Book usa uma Nvidia GeForce GTX 965M de 2GB de memória GDDR5. Ambos são capazes de rodar games modernos, mas a placa usada pela Microsoft é um pouco mais potente.

Em termos de memória, os dois notebooks vêm com até 16GB de memória RAM e até 1TB de armazenamento em SSD. O desempate fica por conta da bateria: a Apple diz que seu MacBook Pro dura até 10 horas, enquanto o Surface Book, segundo a Microsoft, promete 16 horas de autonomia. 16 horas??? Não, sei...

 

Se considerarmos apenas os números absolutos, o laptop da Microsoft tem uma placa gráfica superior e uma bateria também mais duradoura (supostamente), mesmo usando o mesmo processador de alto desempenho da Intel. Nesses termos, portanto, a vitória é novamente do Surface Book.

 

Software

Um hardware teoricamente melhor, porém, não significa que uma máquina é mais rápida que a outra. O Surface Book até pode ganhar (por muito pouco) do MacBook Pro em números absolutos, mas a comparação entre Windows e macOS, os sistemas operacionais de cada PC, está longe de ser resolvida.

 

Esta avaliação depende muito de uma análise direta de como cada um desses computadores roda seu sistema e também do gosto particular do usuário. Há quem não troque um Windows por nada nesse mundo. O mesmo se aplica para quem usa produtos da Apple.

 

O facto é que a versão mais recente do Windows ainda enfrenta problemas de instabilidade. São inúmeros os relatos de usuários do Windows 10 que sofreram nos primeiros meses após o update do sistema, e muitos são os que ainda não se acostumaram às mudanças na navegação e no gerenciamento de alguns atributos.

Por outro lado, é difícil encontra algum usuário de Mac ou MacBook incomodado com seu sistema operacional. Por ser um sistema fechado e administrado totalmente pela Apple, sem o dedo de fabricantes licenciadas atrapalhando o código do software, é natural que o macOS seja mais estável e confiável do que o Windows.

 

Assim como avaliamos o hardware por seus números absolutos, é justo compararmos o software por seus desempenhos inviduais. Nesse caso, a vitória é do macOS no MacBook Pro.

 

Recursos exclusivos

Nem todas as especificações dos laptops podem ser comparadas, porém há recursos no MacBook que são exclusivos da Apple, do mesmo modo que o Surface Book possui atrativos que apenas a Microsoft usa. No final das contas, o que vale é a quantidade e a utilidade de cada um desses extras.

 

No caso do novo MacBook Pro, a exclusividade é a nova TouchBar. Trata-se de um pequeno painel digital colocado acima do teclado e que substitui as tradicionais teclas de função que já conhecemos há anos (F1, F2, F3, etc.). Parece pouca coisa, mas essa TouchBar promete impactar de verdade a experiência do usuário.

A barra exibe botões digitais que mudam de acordo com o aplicativo que está sendo utilizado. Num programa de edição de textos, por exemplo, os botões digitais da TouchBar exibem opções de formatação, como negrito e itálico. Já em apps de design, como o CorelDraw ou o Photoshop, por exemplo, são inseridas ferramentas de edição e paletas de cores.

O Surface Book não tem uma TouchBar, mas possui uma tela touchscreen que não existe nos PCs da Apple. Além disso, como já comentamos anteriormente, o laptop da Microsoft pode ser convertido em um tablet de alto desempenho, com direito a uma caneta Surface Pen.

Ambos os aparelhos possuem sistemas de segurança por biometria. No caso do MacBook, a nova geração permite que o usuário desbloqueie o sistema com sua impressão digital, o já conhecido sistema TouchID do iPhone. Já o Surface, por sua vez, vem com o Windows Hello, método de login que usa como senha uma imagem do rosto do usuário. Do mesmo modo, cada um tem sua própria assistente virtual acionada por comandos de voz: a Siri no macOS e a Cortana no Windows 10.

Falando em câmeras, o MacBook tem apenas uma, frontal, uma FaceTime HD que grava vídeos em 720p de resolução. Já o Surface Book possui uma câmera frontal capaz de gravar vídeos em até 1080p, além de uma traseira (para ser usada no modo tablet) de 8MP. Em termos de conectividade, há também muitas diferenças.

O MacBook Pro vem com quatro portas Thunderbolt 3 (padrão USB-C) compatíveis com cabos de energia, VGA, HDMI e transferência simples de arquivos por USB, além da entrada para fones de ouvido. Alguns adaptadores podem ser necessários, porém, dependendo dos cabos que você planeja inserir no aparelho.

Por sua vez, o Surface Book tem duas portas USB 3.0, uma entrada para cartão SD (que não existe no rival) e duas portas Surface Connect, que servem tanto para o usuário que quiser carregar a tela como um tablet independente quanto para carregar o laptop todo de uma vez. Tudo isso, é claro, além das tradicionais portas de vídeo e para fones de ouvido.

Para além tudo uma das coisas que desaponta no MacBook Pro da Apple é o facto de estarem limitados a um máximo de 16GB de RAM - que segundo Phil Schiller se deve ao facto de poupar a bateria. Mas que não me convence.

 

No fim das contas, fica nítido que o Surface Book tem muito mais recursos do que o MacBook Pro. A TouchBar do laptop da Apple é realmente inovadora, mas não tanto quanto a solução híbrida da Microsoft que oferece, ao mesmo tempo, um tablet e um notebook de alto desempenho. Sendo assim, nesta questão, mais uma vez, o vencedor é o Surface Book.

 

Conclusão

Antes de decreta um vencedor para a disputa, há um último detalhe a ser levado em conta: o preço. Nos Estados Unidos, mercado doméstico da Apple e da Microsoft, o MacBook Pro de 13 polegadas com as melhores especificações possíveis custa US$ 2.899. Já o Surface Book mais potente custa US$ 3.299.

 

Novamente, é preciso destacar que a experiência de uso entre esses dois produtos pode variar muito de um usuário para outro. Portanto, mesmo que um desses laptops seja teoricamente melhor do que o outro, a experiência que cada usuário vai ter pode contradizer o resultado desse comparativo, o que é absolutamente normal.

Afinal, como já dissemos, nem sempre esses números absolutos divulgados pelas fabricantes se refletem em uma usabilidade mais eficiente na prática. Considerando apenas números e descrições oficiais, porém, fica claro que o MacBook Pro, apesar de ter um sistema operacional melhor, perde para o rival Surface Book.

 

O laptop da Microsoft é, além de potente, muito versátil e inovador em diversos sentidos. O MacBook Pro, por sua vez, é um excelente PC de altíssimo desempenho, mas sem a versatilidade do rival, o que limita suas capacidades e possíveis utilidades no dia a dia. A Microsoft ainda precisa melhorar muito o Windows 10 (e está no caminho certo), mas é preciso admitir que o Surface Book é um laptop muito mais completo do que o MacBook.

 

via: Olhar Digital