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GADGET MAN

Tecnologia para pessoas...

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Ex-apresentadores de Top Gear, estreiam a 18 de novembro o GRAND TOUR

Há pouco mais de um ano, o antigo trio de apresentadores do Top Gear esteve em Portugal  a gravar o seu novo programa para a Amazom com estreia marcada para 18 de novembro na Amazon. Enquanto o Top Gera seguiu sem os apresentadores e roça o desastre em termos de audiências, o Grand Tour promete. Promote de tal forma que a Amazon vai arrancar com as gravações de uma 2º temporada do Grand Tour. 

 

Os fãs mal podem esperar para ver The Grand Tour que junta o trio: Jeremy Clarkson, Richard Hammond e James May - nas suas alucinantes peripécias motorizadas e histórias dignas de um filme...

 

Whatsapp. Estão a chegar as videochamadas

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O WhatsApp disponibilizou a opção de chamadas de voz em março de 2015. Desde então, que se fala sobre a chegada do recurso de videochamadas. Em maio deste ano, uma versão beta do aplicativo trouxe uma pequena amostra de como seriam as videochamadas no WhatsApp. Ainda em fase de testes, o Whatsapp vai permitir a realização de videochamadas e há já alguns utilizadores com esta funcionalidade. A aplicação está a ultimar os últimos pormenores para lançar a funcionalidade para todos os utilizadores.

 

A videochamada vai estar incluída na próxima atualização da aplicação. Depois de instalar a atualização vai poder fazer videochamadas, desde que o destinatário também tenha esta opção. 

 

via i

Qual o melhor laptop do mundo: Surface Book ou MacBook Pro?

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Lucas Carvalho do Olhar Digital tentou descobrir qual o melhor e mais potente laptop do mundo: o Surface Book ou o MacBook Pro. A disputa é renhida e discutível, mas tentaremos chegar a uma conclusão. Ambos os dispositivos são recentes, tendo sido lançados por estes dias. A Microsoft apresentou dois novos computadores da linha Surface, enquanto a Apple mostrou sua nova geração do MacBook Pro.

 

Ambas as máquinas estão voltadas para os usuários que procuram o máximo de desempenho em um computador portátil, tendo por isso características de topo e preços bastante elevados. Mas qual será o melhor?

Design

Cada ano que passa os laptops ficam mais finos e leves, servindo principalmente como chamariz para a campanha de marketing das respectivas marcas. Com os novos MacBook Pro e Surface Book não é diferente. 

 

O laptop da Microsoft tem uma tela de 13 polegadas e, fechado, tem 2,2 centímetros de espessura. Já o MacBook Pro 2016 tem dois tamanhos diferentes, mas, para este comparativo, vamos usar como referência o modelo com as mesmas 13 polegadas que o rival, incluindo a TouchBar. Nessa versão, o MacBook tem 1,49 centímetros de espessura. Em termos de peso, o Surface também é mais pesado que o MacBook, com cerca de 1,6 kilos, enquanto o MacBook pesa cerca de 1,37 kilos.

 

Há um motivo para o Surface Book ser maior e mais pesado que o rival, mas falaremos disso mais adiante. Por enquanto, em termos de design, sem levar em conta qualquer condição, o vencedor é o MacBook.

 

Tela

A vantagem da Microsoft neste departamento é nítida. A tela do Surface Book usa uma tecnologia de realce de cores e resolução chamada PixelSense, que garante uma densidade de 267 pixels por polegada. Já o MacBook Pro tem uma tela de 227 pixels por polegada.

 

Para além disso, a tela do Surface Book é destacável, podendo ser usada como um tablet. A base também permite que o usuário gire o monitor para trás ou o flexione ao contrário para usar como um caderno. Há, portanto, suporte a comandos por toque e a caneta Surface Pen para desenho e escrita, entre outras aplicações. Há detalhes que podem fazer a tela do MacBook Pro ser visualmente melhor, como a retroiluminação em LED com tecnologia IPS, ampla tonalidade de cores e 500 nits de brilho, mas esse aspecto só pode ser avaliado se tivermos os dois computadores em mãos. Por outro lado, a tela do MacBook não tem touchscreen, suporte a uma centa stylus e não é destacável.

 

Estes detalhes adicionais tornam o PC da Microsoft um pouco mais pesado e espesso que o concorrente, mas, por conta de toda a sua versatilidade, a melhor tela é a do Surface Book.

 

Hardware

É sempre complicado comparar o hardware de computadores que usam sistemas operacionais diferentes. Uma comparação de cada componente pode causar a injusta impressão de que um é mais rápido ou potente que o outro, sendo que nem sempre detalhes como mais memória RAM fazem toda a diferença.

 

Mas vamos, portanto, comparar as especificações em números. No momento da compra, tanto a Microsoft quanto a Apple permitem que o usuário escolha uma entre as diferentes opções de processador disponíveis. É claro que isso tem impacto no preço dos computadores. Para manter este comparativo o mais justo possível, vamos usar as configurações mais caras de ambos:

No caso do MacBook Pro, o modelo de mais alto desempenho (com tela de 13 polegadas) usa um processador Intel Core i7 dual core de 3,3 GHz (Turbo Boost de até 3,6 GHz). Já o Surface Book, em seu modelo mais caro, também usa um Intel Core i7 de sexta geração, embora a fabricante não tenha revelado números exatos de frequência do clock ou de núcleos.

Se você quiser usar um desses PCs para jogar, porém, é preciso dar uma olhada na placa de vídeo. O MacBook Pro vem com um Intel Iris Graphics 550 com 64MB de memória eDRAM no modelo de 13 polegadas, enquanto o Surface Book usa uma Nvidia GeForce GTX 965M de 2GB de memória GDDR5. Ambos são capazes de rodar games modernos, mas a placa usada pela Microsoft é um pouco mais potente.

Em termos de memória, os dois notebooks vêm com até 16GB de memória RAM e até 1TB de armazenamento em SSD. O desempate fica por conta da bateria: a Apple diz que seu MacBook Pro dura até 10 horas, enquanto o Surface Book, segundo a Microsoft, promete 16 horas de autonomia. 16 horas??? Não, sei...

 

Se considerarmos apenas os números absolutos, o laptop da Microsoft tem uma placa gráfica superior e uma bateria também mais duradoura (supostamente), mesmo usando o mesmo processador de alto desempenho da Intel. Nesses termos, portanto, a vitória é novamente do Surface Book.

 

Software

Um hardware teoricamente melhor, porém, não significa que uma máquina é mais rápida que a outra. O Surface Book até pode ganhar (por muito pouco) do MacBook Pro em números absolutos, mas a comparação entre Windows e macOS, os sistemas operacionais de cada PC, está longe de ser resolvida.

 

Esta avaliação depende muito de uma análise direta de como cada um desses computadores roda seu sistema e também do gosto particular do usuário. Há quem não troque um Windows por nada nesse mundo. O mesmo se aplica para quem usa produtos da Apple.

 

O facto é que a versão mais recente do Windows ainda enfrenta problemas de instabilidade. São inúmeros os relatos de usuários do Windows 10 que sofreram nos primeiros meses após o update do sistema, e muitos são os que ainda não se acostumaram às mudanças na navegação e no gerenciamento de alguns atributos.

Por outro lado, é difícil encontra algum usuário de Mac ou MacBook incomodado com seu sistema operacional. Por ser um sistema fechado e administrado totalmente pela Apple, sem o dedo de fabricantes licenciadas atrapalhando o código do software, é natural que o macOS seja mais estável e confiável do que o Windows.

 

Assim como avaliamos o hardware por seus números absolutos, é justo compararmos o software por seus desempenhos inviduais. Nesse caso, a vitória é do macOS no MacBook Pro.

 

Recursos exclusivos

Nem todas as especificações dos laptops podem ser comparadas, porém há recursos no MacBook que são exclusivos da Apple, do mesmo modo que o Surface Book possui atrativos que apenas a Microsoft usa. No final das contas, o que vale é a quantidade e a utilidade de cada um desses extras.

 

No caso do novo MacBook Pro, a exclusividade é a nova TouchBar. Trata-se de um pequeno painel digital colocado acima do teclado e que substitui as tradicionais teclas de função que já conhecemos há anos (F1, F2, F3, etc.). Parece pouca coisa, mas essa TouchBar promete impactar de verdade a experiência do usuário.

A barra exibe botões digitais que mudam de acordo com o aplicativo que está sendo utilizado. Num programa de edição de textos, por exemplo, os botões digitais da TouchBar exibem opções de formatação, como negrito e itálico. Já em apps de design, como o CorelDraw ou o Photoshop, por exemplo, são inseridas ferramentas de edição e paletas de cores.

O Surface Book não tem uma TouchBar, mas possui uma tela touchscreen que não existe nos PCs da Apple. Além disso, como já comentamos anteriormente, o laptop da Microsoft pode ser convertido em um tablet de alto desempenho, com direito a uma caneta Surface Pen.

Ambos os aparelhos possuem sistemas de segurança por biometria. No caso do MacBook, a nova geração permite que o usuário desbloqueie o sistema com sua impressão digital, o já conhecido sistema TouchID do iPhone. Já o Surface, por sua vez, vem com o Windows Hello, método de login que usa como senha uma imagem do rosto do usuário. Do mesmo modo, cada um tem sua própria assistente virtual acionada por comandos de voz: a Siri no macOS e a Cortana no Windows 10.

Falando em câmeras, o MacBook tem apenas uma, frontal, uma FaceTime HD que grava vídeos em 720p de resolução. Já o Surface Book possui uma câmera frontal capaz de gravar vídeos em até 1080p, além de uma traseira (para ser usada no modo tablet) de 8MP. Em termos de conectividade, há também muitas diferenças.

O MacBook Pro vem com quatro portas Thunderbolt 3 (padrão USB-C) compatíveis com cabos de energia, VGA, HDMI e transferência simples de arquivos por USB, além da entrada para fones de ouvido. Alguns adaptadores podem ser necessários, porém, dependendo dos cabos que você planeja inserir no aparelho.

Por sua vez, o Surface Book tem duas portas USB 3.0, uma entrada para cartão SD (que não existe no rival) e duas portas Surface Connect, que servem tanto para o usuário que quiser carregar a tela como um tablet independente quanto para carregar o laptop todo de uma vez. Tudo isso, é claro, além das tradicionais portas de vídeo e para fones de ouvido.

Para além tudo uma das coisas que desaponta no MacBook Pro da Apple é o facto de estarem limitados a um máximo de 16GB de RAM - que segundo Phil Schiller se deve ao facto de poupar a bateria. Mas que não me convence.

 

No fim das contas, fica nítido que o Surface Book tem muito mais recursos do que o MacBook Pro. A TouchBar do laptop da Apple é realmente inovadora, mas não tanto quanto a solução híbrida da Microsoft que oferece, ao mesmo tempo, um tablet e um notebook de alto desempenho. Sendo assim, nesta questão, mais uma vez, o vencedor é o Surface Book.

 

Conclusão

Antes de decreta um vencedor para a disputa, há um último detalhe a ser levado em conta: o preço. Nos Estados Unidos, mercado doméstico da Apple e da Microsoft, o MacBook Pro de 13 polegadas com as melhores especificações possíveis custa US$ 2.899. Já o Surface Book mais potente custa US$ 3.299.

 

Novamente, é preciso destacar que a experiência de uso entre esses dois produtos pode variar muito de um usuário para outro. Portanto, mesmo que um desses laptops seja teoricamente melhor do que o outro, a experiência que cada usuário vai ter pode contradizer o resultado desse comparativo, o que é absolutamente normal.

Afinal, como já dissemos, nem sempre esses números absolutos divulgados pelas fabricantes se refletem em uma usabilidade mais eficiente na prática. Considerando apenas números e descrições oficiais, porém, fica claro que o MacBook Pro, apesar de ter um sistema operacional melhor, perde para o rival Surface Book.

 

O laptop da Microsoft é, além de potente, muito versátil e inovador em diversos sentidos. O MacBook Pro, por sua vez, é um excelente PC de altíssimo desempenho, mas sem a versatilidade do rival, o que limita suas capacidades e possíveis utilidades no dia a dia. A Microsoft ainda precisa melhorar muito o Windows 10 (e está no caminho certo), mas é preciso admitir que o Surface Book é um laptop muito mais completo do que o MacBook.

 

via: Olhar Digital

Doce ou travessura? As promoções neste Halloween

Porque não aproveitar as festividades do Halloween e as suas promoções para comprar aquele gadget que deseja à tanto tempo. As promoções já começaram:

 

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Na Worten pode encontrar por estes dias a PS4 500 GB slim + PES2017 + Cartão PS Plus 3 meses por 284 euros; assim como 15% de desconto em todos os portáteis híbridos.

 

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No Media Market estão em alta as smart TV da Panasonic e Samsung com preços de arromba.  Aproveite as promoções, e bom Halloween...

Pâncreas artificial para ajudar os diabéticos

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De acordo com o DN, em Portugal é estimado que existam cerca de um milhão de diabéticos, dos quais 50 mil têm diabetes tipo 1.  O diabetes tipo 1 é uma doença causada pelo próprio organismo que destrói as células que produzem insulina. Mas agora surgue um dispositivo que pode ajudar os doentes com o seu problema.

 

FDA (Food and Drug Administration), organismo que controla os alimentos e medicamentos nos EUA, aprovou o MiniMed 670G, um dispositivo que permite monitorizar automaticamente a glicose e também fornece as doses de insulina necessárias.

 

Como usar o MiniMed 670G?

O MiniMed 670G pode ser fixado, por exemplo, num cinto e é ligado ao corpo através de um cateter para aplicar insulina. A avaliação da taxa de açúcar no sangue dos pacientes é realizada a cada cinco minutos. O equipamento foi alvo de vários testes e os resultados mostram que podem existir alguns efeitos colaterais como por exemplo hipoglicemia, hiperglicemia e até irritação da pele. O MiniMed 670G é recomendado para ser utilizado por pessoas com mais e 14 anos.

 

Esta “nova” tecnologia que quase não precisa da intervenção do paciente para controlar a doença, chegará ao mercado americano em 2017. Ainda não se sabe se chegará ao mercado português.

Aparelho que é media center, consola de jogos e até PC com Android

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Imagime um dispositivo  capaz de operar como media center, computador com o sistema operativo Android ou até consola de jogos!! Brutal, não?? O Remix IO é exactamente isso. Um dispositivo que pretende unir esses formatos em um só aparelho e que já chamou a atenção da comunidade no Kickstarter. Tanto, que já bateu a meta de financiamento.

 

O gadget tira proveito do Remix OS, sistema derivado do Android que adapta a experiência de uso do sistema operacional do Google para um formato mais conveniente de usar com mouse e teclado, como um PC, por exemplo.

 

Para assegurar a promessa de ser três equipamentos em um único aparelho, o Remix IO tem especificações técnicas bastante completas, quando comparado com aparelhos de funções semelhantes, como Apple TV ou o Roku Ultra. Com um processador de oito núcleos, 16 GB de armazenamento, memória RAM de 2 GB, quatro portas USB 2.0, Ethernet, saída de som, slot para microSD, além de conexão Wi-Fi, Bluetooth e Miracast, para espelhar telas via wi-fi. O dispositivo permite reproduzir conteúdo 4K com HDR. Tem ainda um detalhe interessante que é a saída HDMI, mas também a VGA, ainda útil para projetores.

 

O Remix IO ainda está no Kickstarter, pois ainda faltam cerca de 20 dias para terminar a angariação, com o pacote mais interessante por 99 dólares. Os criadores do produto comprometem-se com o envio do Remix IO a partir de março de 2018.

 

Os novos MacBook da Apple

Foram hoje apresentados os novos Mac Book e as surpresas são várias: a Apple alterou o teclado e adicionou o novo ecrã OLED com funções para os utilizadores. Há um novo design, todo em alumínio e com um peso e espessura mínimos.

 

O teclado e o touchpad foram também mudados. Existe ainda a Touch Bar, onde agora as teclas de função foram alteradas. Podemos adaptar ao software que estamos a correr e controlar funções do sistema.

 

Os computadores são equipado com 2 ou 4 portas Thunderbolt 3, que suportam o USB Tipo C e que permitem carregar o MacBook em qualquer porta. A sua bateria tem uma durabilidade de 10 horas. Vão existir três modelos, dois de 13 polegadas com ou sem TouchBar e TouchID, e um de 15 polegadas.

 

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Os novos MacBook de 13 e de 15 polegadas vão estar disponíveis em prata e space grey e já estão no mercado, podendo ser comprados. Os preços vão desde os 1499 dólares, 1799 dólares e 2399 dólares para os modelos de 13 com e sem TouchBar e TouchID e para o de 15 polegadas. Carote, mas com tanto fanático pela marca...

 

 

Camião autónomo da Uber já faz entregas

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Enquanto em Portugal, os táxistas ainda lutam contra as novas tecnologias (diga-se UBER), a empresa já pensa em carros voadores, como demonstra uma uma postagem no Medium, de Jeff Holden, o CPO da companhia, e em que cita as vantagens desse tipo de transporte, incluindo a ausência da necessidade de seguir rotas, a maior flexibilidade no transporte, a segurança e a redução na produção de poluentes, além da rapidez no trajeto e na redução de trânsito.

 

Num plano mais real e utilitário, nos Estados Unidos a Uber depois de revolucionar o segmento dos táxis entrou agora noutro segmento dos transportes rodoviários. Comprarou a Otto uma empresa que desenvolve sistemas de condução autónoma para camiões, e já fez testes numa viatura.

 

As duas empresas desenvolveram um sistema que permite transformar um camião convencional num camião capaz de circular pelas auto-estradas e vias rápidas de forma completamente autónoma. Ainda não é um sistema que permite substituir completamente o motorista nas estradas locais (onde ainda é obrigatório recorrer a um condutor humano) - mas em contrapartida trata-se de um sistema certificado para nível 4 de condução completamente autónoma sem necessidade do condutor. O primeiro transporte realizado utilizando este sistema foi no Colorado em que transportaram 50 mil latas de cerveja.

Sapatos com ecrã de LEDs integrado

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Sendo pais de duas meninas fanáticas por ténis luminosos, estes ténis são um passo muito à frente dos demais. Mas a ideia não é nova e parece-me mais uma "cópia" do que já foi feito na mesma plataforma de financiamento -  a Indiegogo

 

Mas as tendências de moda vão e vêm, este conceito de ténis destina-se a mantê-lo atualizado, sempre com o último grito da moda, ou a possibilidade de coordenar o seu calçado com a sua roupa, sem a necessidade de uma colecção de sapatos como a Imelda Marcos, embora signifique que terá mais um gadget para recarregar ao final do dia.

 

Em vez de acrescentar umas luzes, os Vixole recorrem a um ecrã matricial com LEDs que cobre a parte traseira dos sapatos e permite apresentar imagens estáticas ou animações. Para além disso os sapatos também têm conectividade bluetooth, sensores de movimento e até feedback físico, permitindo sinalizar o utilizador através de vibrações nos pés. Os preços começam nos 225 dólares  com a promessa de entrega para Junho de 2017.

 

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